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Cálcio emagrece
 

O mineral, comprovadamente benéfico para fortalecer os ossos e diminuir a pressão arterial, também está associado à perda de peso, segundo pesquisadores.

Uma dieta pobre em cálcio parece estimular a produção das enzimas responsáveis pela produção de gordura e diminui sua atividade na queima delas. O aumento da ingestão de cálcio altera o trabalho celular e faz com que elas armazenem menos gordura e ativem os mecanismos que eliminam aquela já acumulada.
Leites e derivados são as melhores fontes de cálcio. Outras boas fontes são gergelim, repolho, couve, brócolis, tofu, castanhas, amêndoas, espinafre, soja, feijão e beterraba.

 
Depressão agrava quadro de doenças respiratórias
  Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) podem ter seu quadro agravado caso sofram também de depressão e ansiedade.

A pesquisa acompanhou 491 pacientes com enfisema pulmonar, bronquite crônica e asma brônquica durante um ano e relatou que a depressão pode elevar em 50% as chances de uma nova crise e, em 70%, os riscos de hospitalização.

A ansiedade também piorou o estado de alguns pacientes.

Com esse resultado, os estudiosos esperam que esses sintomas sejam tratados como fatores agravantes e não como conseqüências da DPOC.
Aspirina não reduz chances de infartos
 
Você nunca teve de se preocupar com a balança. Ao contrário, sempre se sentiu de bem com a vida, então preste atenção: pesquisadores da Clínica Mayo (EUA) divulgaram uma descoberta, que, para muita gente, caiu como uma bomba: a obesidade do peso normal. O estudo demonstrou que o IMC não diferencia a massa muscular da gordura.
E como a gordura é mais leve do que a massa muscular, a substituição de músculos por tecido adiposo pode acontecer sem alterações no peso. Como não existe outra forma de se calcular o IMC e este índice não considera a distribuição da gordura corporal, os métodos mais acessíveis são a bioimpedância e a mensuração de dobras cutâneas. Fique de olho!

Café influencia no tamanho dos seios

Estudo publicado na revista British Journal of Cancer descobriu que o excesso de cafeína pode causar a diminuição no tamanho dos seios. O fator determinante para esse fenômeno é uma variação genética que atinge 50% das mulheres. Ingerir três ou mais xícaras de café diariamente e não fazer uso de pílulas anticoncepcionais também pode influenciar.

Essa variação dos genes afetaria os hormônios femininos, daí a relação entre a bebida e as mamas. Os estrogênios, contidos no café, podem interferir nesses hormônios e provocar o impacto no tamanho dos seios.

Para chegar a essa conclusão, os responsáveis pela pesquisa analisaram 300 mulheres que durante dez anos não utilizaram contraceptivos e não tinham histórico de câncer. Metade delas possuía a variação genética. Apesar do resultado, os pesquisadores esclarecem às consumidoras da bebida que a alteração não acontece de repente e o volume dos seios não diminui de maneira considerável

80 % das dores de cabeça são ocasionadas pela dieta


Entre os fatores que desencadeiam as terríveis enxaquecas, a maioria das pessoas ouvidas em pesquisa feita pela Liga de Cefaléia da Faculdade de Medicina do ABC apontou questões relacionadas à alimentação. Para 83,5% dos 200 pacientes, jejum e consumo de álcool e chocolate são suficientes para provocar a desconfortável sensação.


Outra parcela significativa dos participantes (81%) indicou os distúrbios do sono como causadores da cefaléia e 64% ainda a associaram ao estresse. A soma de mais de um fator desencadeante foi identificada em 95% dos indivíduos, entre eles ambientais e emocionais, alimentares e estilo de vida.
Descoberta célula que mantém juventude
A parte da enzima que controla o mecanismo de envelhecimento celular foi descoberta. É a telomerase - responsável por adicionar seqüências específicas e repetitivas de DNA -, que mantém o tamanho do telômero (o ponto final dos cromossomos), fazendo com que a célula conserve a sua juventude.

A enzima está presente em células estaminais embrionárias, permitindo a divisão repetida sem danificar o cromossomo. Este é considerado um elemento importante para determinar a expectativa de vida celular.
No entanto, ela tem um lado negativo: em muitos tumores, é reativada, permitindo que as células cancerosas continuem se dividindo infinitamente e aumentando a gravidade da doença. É reconhecida como um importante alvo para o desenvolvimento de terapias para o câncer. Mas o trabalho tem sido dificultado pela complexidade e delicadeza da molécula, que é composta de proteína e RNA.

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